
O atendimento primário de saúde infantil no Brasil recebeu de pais e responsáveis uma nota abaixo do padrão mínimo de qualidade. A informação é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, que pela primeira vez, ouviu brasileiros que levam crianças aos postos de saúde para receber atendimento médico.
De acordo com o IBGE, as principais motivações dessas avaliações foram a conduta dos profissionais na resolução de um problema (35,7%) e a maneira como eles acolhem a criança (32,4%).
A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios, Adriana Beringuy, disse que apesar da avaliação positiva dos pais ou responsáveis em relação à prestação de serviços, a pontuação obtida significa a necessidade de aperfeiçoamento do trabalho.
A pesquisa apurou que, dos 38 milhões de crianças menores de 13 anos no Brasil, em 2022, mais de 82% receberam atendimento através de algum serviço de Atenção Primária à Saúde no SUS.
De uma forma nacional, a avaliação da Atenção Primária ficou abaixo do padrão mínimo em todas as Unidades da Federação. O Sul obteve a maior (6,0) e o Norte, a menor (5,4).
Nenhum estado atingiu o resultado considerado padrão-mínimo de qualidade (6,6), com Mato Grosso (6,4) chegando mais perto e Amazonas (4,9) e Rondônia (4,8) com o menor.
Fonte: Band Jornalismo