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Após morte de Leo 41, comandante do tráfico morto em operação no Rio de Janeiro, um documento do setor de inteligência do Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (SIEDS) alerta para a possibilidade de uma “reação criminosa” no Pará.
“Solicitamos a todos os agentes de segurança pública que elevem ao máximo o nível de atenção, tanto durante o serviço, mas especialmente, nos períodos de folga, de maneira que evitem se colocar em situação de risco e vulnerabilidade”, diz o documento.
O alerta também pede que qualquer ameaça ou informação seja imediatamente comunicada para que medidas sejam tomadas.
Leonardo Costa Araújo, o Leo 41, era o alvo principal da ação no Complexo do Salgueiro, no RJ. O traficante de 37 anos era apontado como o chefe do tráfico de drogas no Pará e estava foragido desde 2019.
Segundo a polícia, ele era um dos responsáveis por uma série de ataques que mataram, desde 2021, vários agentes de segurança pública no estado do Norte do país.
Ação no RJ deixou mortos e feridos
O traficante Leonardo Costa Araújo, o Leo 41, chefe do tráfico de drogas no Pará que foi morto em uma operação da polícia no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na manhã desta quinta-feira (23), é um dos responsáveis por uma série de ataques que mataram, desde 2021, vários agentes de segurança pública no estado do Norte do país.
A operação deixou ao menos 11 mortos, segundo a Polícia Militar. Há relatos de outros feridos e de intensos tiroteios.
Cinco blindados e dois helicópteros dão apoio à ação, que conta 80 homens da Subsecretaria de Inteligencia (RJ); do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar; da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Civil; e policiais do Pará.
A polícia também busca outros chefes do Comando Vermelho do Rio.
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Fonte: G1 Pará