Mais de dois meses após o desaparecimento do piloto João Vitor de Lima Franco, de 25 anos, um exame de DNA poderá esclarecer um dos casos mais misteriosos registrados recentemente no Pará. A família do jovem acredita que um corpo encontrado desmembrado em abril, na zona rural de Viseu, no nordeste do estado, possa ser dele.
O cadáver está sob custódia da Polícia Científica do Pará, em Castanhal, onde já foi realizada a coleta de material genético. Agora, familiares deverão fornecer amostras biológicas para que seja feita a comparação genética e confirmada, ou descartada, a identidade da vítima.
Segundo o advogado da família, Rômulo Dias, o resultado do exame poderá representar um avanço importante nas investigações e trazer respostas aos parentes, que vivem a angústia da falta de informações desde março.
João Vitor era natural de Araraquara, no interior de São Paulo, e viajou ao Pará após receber uma proposta relacionada a uma oportunidade de trabalho como piloto em Itaituba. Antes de seguir para o município, ele passou por Belém, onde chegou no dia 10 de março.
De acordo com familiares, o último contato do jovem ocorreu no dia 14 de março. Desde então, ele não manteve mais comunicação com parentes ou amigos, sendo considerado desaparecido.
As investigações ganharam novos desdobramentos após a morte do empresário colombiano Ivan Adel Gois de Los Rios, assassinado em Belém no último dia 16 de maio. Segundo informações levantadas pela família, ele teria sido a pessoa responsável por contratar João Vitor para atuar no Pará.
O caso segue sendo investigado pelas autoridades, enquanto familiares aguardam o resultado do exame que poderá esclarecer o paradeiro do piloto desaparecido.
FONTE:
RBATV.